quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A logística de transporte como ferramenta de desenvolvimento econômico no Brasil.

As mudanças ocorridas no mundo têm exigido mudanças nos formatos organizacionais privados e estatais. A garantia da continuidade das empresas e governos só é obtida quando as atividades realizadas geram um resultado líquido no mínimo suficiente para assegurar a reposição de todos os ativos consumidos no processo de realização de atividades de transporte.
Em todas as economias capitalistas, as transações econômicas, pela ótica da compra ou pela ótica da venda, de quaisquer produtos intermediários ou finais, requerem algum tipo de transporte (caminhões, trens, aviões, navegações e outros). Dessa forma, o sistema de transporte disponível em um país, representa a principal base para as transferências físicas (nacional e internacional) dos fluxos comerciais destes produtos entre as firmas, seus fornecedores e consumidores.
A economia necessita de empregos (postos de trabalhos), de redução de desperdícios, observando o objeto da escassez, a logística de transporte existe para servir como ferramenta de aprimoramento do estudo da ciência econômica.
O frete é o indicador que mais incide sobre os preços e consequentemente a inflação (IGP). Com o fortalecimento e criação de novos modais de transporte (ferrovias, hidrovias, aeroportos, rodovias e VLT (veículo leve sobre trilhos) geraríamos um fator competição entre os mesmos, reduzindo fretes e preços das mercadorias que utilizam esses meios de transportes. Com os preços mais baratos o Brasil poderia aumentar a exportação, pois seus produtos ficariam mais competitivos, gerando divisas, acumulo de riquezas e desenvolvimento.
Com a atual conjuntura econômica tendendo para ótica keynesiana, o governo deve investir em logística de transportes cedendo subsídios a empresas que queiram investir no ramo. A concessão ao setor privado desses meios de transporte seria uma forma de redução de custo para o governo, o qual deve regular tais contratos e fiscalizar os serviços. Tomando como base os modelos de países de primeiro mundo como EUA e os da união européia.   


Pablo Damasceno Reis.

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